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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Roma, la città eterna

Apreciações em dois breves parágrafos:

Coisas boas: espaços verdes, bikes/vespas/fiats500, transportes eficientes, monumentos/fontes bem conservados, igrejas lindíssimas de perder o fôlego, concertos gratuitos nas igrejas, vida nocturna, milkshakes do McDonald's, capuccino, cafe latte.

Mapa da cidade de Roma, monumentos assinalados

Coisas vá menos boas: trânsito caótico e total desinteresse/desrespeito pelos peões (temos de nos atirar para as passadeiras e sofrer as consequências porque ninguém pára); não existe pão nos cafés, só bolos com creme ou sandes enormes com tudo e mais alguma coisas lá dentro! não sabem o que é uma torrada; o coliseu e demais ruínas são francamente desapontantes em termos de beleza (nada como os postais maravilhosos que estamos habituados a ver); todos os museus estão apinhados de gente (a capela sistina parecia um campo de refugiados ricos, foi francamente triste); os restaurantes italianos em Portugal servem melhor comida; existem lojas de souvenirs em cada esquina, é enervante, e não existem supermercados/hipermercados nenhuns!!

A viagem foi boa mas Roma desiludiu. Cada vez mais me convenço que Lisboa é a minha cidade! Não a troco por nada.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Resumo (mega-rápido) do fim-de-semana

Sábado à noite.
Mau-humor e saída apressada. 1h30 de viagem até Estremoz. Check-in num hotel chique (5 estrelas, ah pois é!) junto às muralhas. Jantar gourmet: Lombo de Vitela com ananás e molho de framboesa - delicioso! Um banho quente, um roupão turco, ar-condicionado quentinho e televisão. Uma noite descansada.

Domingo.
Típico pequeno-almoço de hotel: leite, café, chocolate, torradas, bolos, pão, manteiga, doce, fiambre e queijo, cereais, fruta... até ficar redonda de tanto comer!
Passeio por Estremoz: Pousada de Santa Isabel fechada para obras. Visita às Igrejas. Fotos. Café cheio de homens velhos a ver o futebol; as paredes recheadas de pratos tradicionais alentejanos - quadro caricato!
Feira: comprar pantufas quentinhas de lã. Ver coelhos e outros pequenos mamíferos pendurados num espeto como na idade média. Velhinhos a jogar à malha. Montras cheias de presépios, chocolate e embrulhos. Lojas dos chineses por todo o lado (invadiram o Alentejo!).
Curta viagem até Elvas. Visita à tia-avó do Martim. Almoço caseiro: borrego assado no forno. Mnham!
Visita à quinta dos tios. Conhecer o Ringo, um cão gigante e fofo, que me apetecia trazer para casa comigo. Ajudar na lide da quinta e cortar a anilha da pata de um galo (quite interesting task!). Conviver. Ouvir: “21, a sério?! Pareces uma menina de 15 ou 16 anos” (o contrário de um ego-boost, enfim...). Despedidas. Fotos ao aqueduto de Elvas ao anoitecer.
Descer até ao maior ringue de patinagem de gelo do país, no Coliseu de Elvas. Ver e ouvir só espanhóis. Agarrar-me para não cair, patinar passado pouco tempo, segurar na mão do Martim, sorrir para a foto. Encontrar um amigo da Sara. Comer pevides torradas (sementes de girassol, também conhecidas como pipas).

Viagem de volta. Ohhh!